quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Com a chegada da primavera cresce o número de casos de catapora no Estado

Com a chegada da primavera a quantidade de casos de catapora aumenta. Números do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado revelam que até julho deste ano 2.168 casos da doença foram confirmados em crianças com idade entre 0 e 9 anos. Saiba os detalhes ouvindo a minha entrevista, gente:

http://www.a12.com/radio-aparecida/noticias/detalhes/com-a-chegada-da-primavera-cresce-o-numero-de-casos-de-catapora-no-estado

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Capitalismo, Informação e Interesse.

A comunicação é capitalista, pois, na medida em que o mercado da informação se desenvolve mais solitária a sociedade se torna. Isso porque as novas tecnologias não aproximam as pessoas, apenas as deixam com desejos de consumo cada vez maiores. O conceito de social está relacionado, hoje, às novas tecnologias e principalmente às redes sociais. Já a informação tem como função criar uma única forma de as mensagens chegarem até o consumidor/sociedade, com o intuito de criar um padrão social. Essas novas formas de comunicação movimentam a economia global.

A informação que circula nos meios de comunicação leva o consumidor a um único ponto: adquirir novos produtos, num infinito desejo que nunca é saciado. Sendo assim, a relação que a comunicação e a cultura estabelecem com o capitalismo é o fato de que, na medida em que o mercado cresce, as pessoas têm mais condições de se desenvolver e, consequentemente, as empresas ganham mais lucros.

Devido ao grande impacto causado por essa nova tecnologia ao meio ambiente surgiu a necessidade de produzir de maneira sustentável, ou seja, subtraindo materiais do meio ambiente e desenvolvendo-o em várias etapas. A reutilização de produtos faz-se necessário, pois a extração de matérias-primas é feita em escala cada vez maior, o que compromete os recursos naturais e a produção industrial.

Tal maneira de produção é feita de acordo com a cultura, moral e costume de cada conglomerado e envolve todos os indivíduos que compõem a base social, desde os grandes empresários de indústrias sustentáveis até os consumidores. Uma alternativa sustentável feita atualmente é o programa de coleta seletiva de resíduos, onde todos os municípios brasileiros devem se enquadrar por uma determinação do governo federal. Essa proposta incentiva a população a mudar seus hábitos em relação ao descarte de lixo, incentivando o indivíduo a fazer a separação correta dos resíduos que podem ou não ser reutilizados.

Além da nova cultura adotada pela população, a sustentabilidade incentiva a criação de novas formas de produção e trabalho independente. Ainda utilizando o exemplo da coleta seletiva, empresas e cooperativas começam a ser criadas para efetuar a seleção e destinação dos resíduos, uma vez que tal atividade é obrigatória. As iniciativas sustentáveis, por mais bem intencionadas que aparentem ser, ainda têm como principal objetivo a obtenção de lucros - característica do capitalismo. Além disso, gera informação para todos os meios de comunicação.

Diante do sistema econômico atual e suas consequências e influências no processo de comunicação, uma das maiores preocupações atuais é com o grau de controle de outros países sobre o Brasil. Que uma nação influi sobre a outra não há dúvidas, mas a vida social não deve ser prejudicada por um modo de vida importado. De fato, nem todas as informações que chegam até aqui têm filtros e, por isso, não devem ser totalmente confiáveis. Outros países têm interesses sobre o Brasil e por isso deve ser identificado pelo tipo de informação internacional disseminada e a influência que elas causam na sociedade.

Um exemplo de informação que tem forte influência no Brasil, por estar em todos os noticiários nacionais e internacionais, é o conflito no Quênia. Até que ponto todas as notícias que chegam aos telespectadores, ouvintes e leitores são, de fato, importantes? O agendamento de notícias é princípio básico para quem deseja conhecer o que está por trás da notícia. O que podemos adiantar é que as notícias são um mar de interesse vendido como interesse popular. Qual o grau de interesse de um brasileiro em um conflito como esse? Será que realmente atinge a vida da maioria? Se sim, não vejo tanto impacto. Aliás, seria mais interessante falar de um buraco numa rua de qualquer cidade, do que falar sobre um conflito em um lugar a milhas de distância. Mas, se o que vende é isso, se os interesses dos mais poderosos são esses, então que seja feita a vontade deles. Outro questionamento é: Qual tipo de filtro é feito até essas informações chegarem à população? Quem faz o filtro é o jornalista e seus interesses pessoais.


Os profissionais de comunicação adotam esse tipo de informação e vendem com interesses subjetivos, e como se trata de informação, a intenção é modelar a sociedade e tornar comum uma realidade internacional como sendo de interesse de todos. Unidos, o capitalismo, a comunicação e os interesses formam uma sociedade cada vez mais carente de discernimento. Tudo isso, se estiverem caminhando paralelamente de maneira errônea. 

                                                                                                            Ana Maria Reis

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